As 8 cartas mais poderosas de Journey to Un’Goro

Apesar da viagem até Un’Goro ter começado há pouco tempo, algumas cartas já estão a dar nas vistas.
As 8 cartas mais poderosas de Journey to Un’Goro
As 8 cartas mais poderosas de Journey to Un’Goro © Blizzard
Por James Pickard

Azure Drake, Ragnaros e Sylvanas “desapareceram”. O lançamento da nova expansão de Hearthstone arrancou o “Ano da Mamute” e relegou para Wild alguns dos staples de Standard, obrigando os jogadores a repensarem alguns dos decks mais comuns que, agora, ficaram sem algumas cartas que eram inclusões automáticas.

A nossa viagem até Un’Goro arrancou apenas há uma semana, mas algumas cartas já estão a dar nas vistas. O meta ainda está longe de estabilizar, mas se procuras um deck para subir na ladder este mês, é altamente provável que tenhas que incluir algumas destas cartas.

Jeweled Macaw

À primeira vista, esta carta de Hunter parece inofensiva: é apenas uma 1/1 por 1 de mana que coloca na mão uma beast aleatória. No entanto, se te lembrares de quão poderoso o Webspinner era em Standard, depressa percebes o porquê do entusiasmo em torno do Jeweled Macaw.
É perfeita para a Quest de Hunter (The Marsh Queen) e passar a beast aleatória de Deathrattle para Battlecry é uma grande melhoria, fazendo de Jeweled Macaw viável tanto no early quando no late game. Quando estamos em modo topdeck é praticamente garantido que temos mana suficiente para jogá-lo seguido da beast que nos dá (que, idealmente, será um King Krush ou um Savannah Highmane).

Humongous Razorleaf

Vejam bem quem está de volta: Handlock. Depois de ter sido substituído pela variante Renolock até há uma semana atrás, este regresso deve-se a Humongous Razorleaf. Humongous Razorleaf é similar a Ancient Watcher, mas com um corpo de 4/8, stats bastante consideráveis para um minion que custa apenas 3 de mana. No entanto, tem também o “inconveniente” de não poder atacar, algo que nunca foi um problema para Handlock. Com Sunfury Protector e Defender of Argus, Humongous Razorleaf torna-se uma barreira impenetrável com a qual os decks aggro têm dificuldades em lidar.
No geral, os pontos baixos de Handlock são a falta de cartas que recuperem saúde e a falta que faz Ragnaros. No entanto, se há carta capaz de restaurar o deck à sua velha glória é esta planta gigante.

Blazecaller

A Blizzard adicionou o novo tipo de minion Elemental com Journey to Un'Goro e uma das suas mecânicas-chave são os poderes e efeitos que jogador recebe se tiver jogado um elemental no turno anterior. Os stats de Blazecaller estão abaixo do esperado para um minion do seu custo, mas a carta traz o bónus de dar 5 de dano a qualquer alvo se for preenchido o requisito de jogar um elemental um turno antes.
Um deck Shaman carregado de Elemetals pode facilmente construir uma impressionante cadeia de Servant of Kalimos > Fire Elemental > Blazecaller > Al’Akir, criando uma situação muito difícil para o adversário.

The Caverns Below/Crystal Core

Journey to Un’Goro trouxe 9 Quests lendárias, mas apenas uma mão cheia delas parece ser viável. Destas, há uma que tem causado bastantes estragos ao ponto de levar muitos jogadores a pedirem a intervenção da Blizzard. The Caverns Below tem sido usada e abusada durante estes primeiros dias da nova expansão, passando de carta que muitos pensaram ser completamente inútil à posição dominante que ocupa actualmente.
Crystal Core é a recompensa por completar a Quest, um spell que torna todos os minions de quem a joga em 5/5s para o resto do jogo. Fazendo bounce a um minion para a mão com Shadowstep, Youthful Brewmaster ou Gadgetzan Ferryman, é possível completar a Quest consistentemente ao 4º turno. Depois, o dano acumula rapidamente com minions baratos e com charge que, agora, dão 5 de dano no turno em que são jogados. A carta é responsável por fazer de Stonetusk Boar uma das estrelas do meta, mas é bastante provável que seja nerfado daqui a uns tempos. Pelo menos, estamos a rezar por isso.

Tar Creeper

Tar Creeper é mais uma carta que à primeira vista parece insignificante, mas que esconde bem o seu poder. É, também, uma das mais interessantes escolhas de design feitas pela Blizzard. 3 de mana por uma 1/5 com taunt não parece nada de especial, mas os 2 pontos de ataque que ganha no turno do oponente fazem maravilhas contra decks aggro.
É uma carta perfeita para decks de control que precisam de tempo para construírem o seu jogo e que, por isso, têm de empatar o adversário durante os primeiros turnos da partida.Warrior e Warlock têm versões exclusivas da classe, embora seja Tar Creeper quem mais brilha.

Open The Waygate/Time Warp

Muitos jogadores têm experimentado as diferentes Quests de Un’Goro e as respectivas recompensas. Os resultados variam entre o domínio do meta (como vimos com The Caverns Below) ou o fracasso completo (como The Last Kaleidosaur e Lakkari Sacrifice).
Uma das mais poderosas quests é da Mage, Open the Waygate, e a respectiva recompensa: Time Warp.
Vários jogadores já têm tirado partido dela, com adaptações do clássico Freeze Mage que enchem a mesa com gigantes um turno antes de usar Time Warp ou que aproveitam os dois turnos seguidos para criar um OTK com a combo infinita Sorcerer’s Apprentice + Molten Reflection + Archmage Antonidas.

Awaken the Makers/Amara, Warden of Hope

Outra Quest com uma carta poderosíssima como recompensa.
Historicamente, a vantagem dos decks de Priest é a possibilidade de estender o jogo para além do esperado, combinando cartas que recuperam saúde com outras que criam tempo swings.
Agora existe mais uma que faz ambas as coisas.
Amara é similar a Reno Jackson, mas mais poderosa, recuperando 40 pontos de saúde ao jogador e colocando na mesa uma 8/8 com taunt. Além disso, dispensa a exigência de ter apenas uma cópia de cada carta no deck. Em contrapartida, tens que jogar 7 minions com Deathrattle de forma a completares a Quest Awaken the Makers, mas existem várias formas de o fazer sem problemas. Assim que o conseguires, deixas o teu oponente na posição de “recomeçar” o jogo, mas, desta vez, em modo hard.

Kalimos, Primal Lord

 De volta a Shaman, a nova lendária da classe oferece um value incrível se conseguires cumprir o requisito de jogar um Elemental no turno anterior. Mais uma vez, os seus stats são medíocres, mas é pela Elemental Invocation que o estamos a jogar - o corpo 7/7 é apenas um bónus. A Invocation é bastante flexível, tornando a carta útil em praticamente qualquer situação:

  • Se o oponente tiver a mesa cheia de minions, limpa-a com 3 de dano em cada um;
  • Se precisares de dar dano adicional para acabar o jogo, dá 6 directamente ao adversário;
  • Se tiveres uma mesa vazia, enche-a com Elementals 1/1;
  • Se precisares de te manter vivo, recupera 12 de saúde ao teu herói.

Kalimos tem uma resposta para todas as situações.

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