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Os 8 momentos mais marcantes da trilogia Uncharted

Antes de pular pra Uncharted 4, vamos relembrar o melhor das aventuras de Nathan Drake
Escrito por Bruno Izidro
6 min de leituraPublished on
Drake já passou por poucas e boas em três jogos

Drake já passou por poucas e boas em três jogos

© Naughty Dog

Com a chegada de Uncharted 4, talvez veremos a última aventura de Nathan Drake nos videogames. Mas se essa for mesmo a despedida do aventureiro mais sacana e charmoso dos joguinhos, não podemos reclamar da vida que ele teve. Nos três primeiros jogos da série que fizeram a sua fama, Nate passou por poucas e boas em lugares perigosos e paradisíacos.
Já no esquenta da preparação pro quarto jogo da série, que tal relembrarmos o que de melhor ou mais marcante aconteceu nos games anteriores? Separamos por aqui oito desses momentos incríveis dos primeiros Uncharted.

O submarino alemão (Uncharted: Drake’s Fortune)

O primeiro Uncharted parecia um jogo só OK até nos depararmos com um submarino alemão da época da segunda guerra no meio de uma floresta tropical. Os aventureiros Drake e Sully vão pra lá em busca de El Dorado, que Francis Drake, antepassado de Nate, não conseguiu encontrar centenas de anos antes.
A partir daí não só começamos a perceber que, sim, esse jogo tem algo de muito interessante, como o visual dele fazia jus a então nova geração do PlayStation 3. Mesmo que seja considerado o pior entre os jogos da trilogia, o primeiro Uncharted ainda vale a pena ser jogado por esse grande momento.

As criaturas da instalação nazista (Uncharted: Drake’s Fortune)

Do nada, o que era um jogo de aventura e ação de repente se transforma quase em um jogo de terror, com direito a criaturas que parecem zumbis, te perseguindo em corredores escuros de uma abandona instalação da segunda guerra mundial.
Nate acaba descobrindo que essas criaturas eram exploradores espanhóis que caíram em um maldição que todos que tocam o El Dorado recebem. Esse momento é impactante não só porque ninguém espera por isso da primeira vez que se joga, mas por também mostrar os elementos sobrenatural nas aventuras de Nate, o que sempre achei meio forçação de barra, mas virou uma constante em todos os jogos.

Perseguição de Helicóptero (Uncharted 2: Among Thieves)

Quem é que nunca foi perseguido por um helipcotero, não é? Pra Nate essa é só mais uma terça-feira, por isso ele nem se desespera quando está explorando uma cidade do Nepal destruída pela guerra e mercenários começam a ir atrás dele.
Esse tipo de ação é uma das marcas registradas de Uncharted e o que fez o jogo fazer tanto sucesso. Sâo momentos de ação bem dirigidos e, sendo bem franco, é bem legal você perceber que está atirando em uns capangas dentro de um prédio desmoronando. No final de todo esse tiro, porrada e bomba, Nate ainda dá uma risadinha meio nervosa como um “Ufa! Essa foi por pouco”. Basicamente, um resumo da rotina de Nathan Drake.

A fase do Trem (Uncharted 2: Among Thieves)

Talvez o momento mais famoso e lembrado de toda a série Uncharted, a fase do trem ainda continua muito boa até hoje. Em busca da sua companheira no crime Chloe, Nate invade um trem em movimento e tem que passar de vagão em vagão, passando por obstáculos no caminho e inimigos atirando.
A fase é boa por unir bem a ação com alguns elementos de plataforma, tudo em cima de um trem em movimento, passando por paisagens no meio da floresta, rios e montanhas geladas. No final ainda tem mais uma vez o gostinho de perseguição de helicóptero que mostramos antes, só pra ser a cereja no bolo nessa fase realmente incrível.

Parkour na caverna de gelo (Uncharted 2: Among Thieves)

Uncharted sempre alternou entre momentos mais de ação, como vimos no item anterior, com algumas partes mais calmas, normalmente de resolução puzzles ou desafios de plataforma. Isso é bem representado na fase das ruínas de gelo de Uncharted 2.
Nate vai pra lá pra descobrir algo que vai fazer continua na busca pela cidade perdida de Shangri-la e acaba tendo que usar de todo o seu parkour e habilidades de escalada pra passar dos desafios. Sorte a de Nate que ele vai acompanhado de um nativo, Tenzin, que não fala uma palavra em inglês, mas é o parceiro ideial pra Nate na aventura.

O jovem Nathan Drake (Uncharted 3: Drake’s Deception)

Flashbacks são bem legais pra entendermos melhor a história de um personagem, mas elas são melhores ainda quando podemos jogar durante elas. É isso que Uncharted 3 faz ao nos apresentar um pouco de um jovem Nathan Drake, que vai parar na Colombia atrás do anel de Francis Drake, o mesmo que a versão adulta dele sempre usa no pescoço.
Pra ficar ainda melhor, vemos como Nate conhece o Sully, que também estava atrás do mesmo anel. No final, só fica a vontade de jogarmos mais com a versão mais nova do personagem e saber de suas primeiras aventuras. Seria essa uma ideia pra futuros jogos? Ah, mas com certeza.

Fase do avião (Uncharted 3: Drake’s Deception)

O equivalente a fase do trem de Uncharted 2 se passa nos ares em Uncharted 3. A fase do avião é bem mais curta, porém, bem mais cinematográfica e com ação. Afinal, Nate faz só um avião cair em pleno voo, enquanto desvia de objetos voando e balas de inimigos.
Tudo isso só nos faz perceber também o quanto os inimigos odeiam Nate, porque só isso pra justificar eles ignorarem um avião pegando fogo e caindo e continuarem atirando no personagem. Nate deve ter falado muito mal das mães dele pra todo esse ódio.

Perdido no Deserto (Uncharted 3: Drake’s Deception)

Nenhum momento dos videogames conseguiu traduzir tão bem o que é estar perdido em um deserto, sentido sede e frio, como essa fase de Uncharted 3. Ela acontece em sequência da fase do avião e Drake está à procura de Sully, que foi sequestrado por uns mercenários atrás de uma lendária cidade perdida.
A fase toda é bem bonita, com uma fotografia incrível, mostrando como pequeno Drake é no meio do deserto gigante e é justamente isso que sentimos, porque tudo o que podemos fazer aqui é segurar pra frente pra acharmos uma saída pra personagem. O momento também tem direito a alucinações, miragem no deserto e um Drake em posição fetal quase desistindo de tudo. Bem tenso e bem louco.
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