Tahnee Seagrave na etapa de Leogang da Copa do Mundo de MTB, em 2020
© Bartek Wolinski / Red Bull Content Pool
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3 motivos pra assistir à Copa do Mundo de MTB downhill

Provas terão transmissão ao vivo em em português na Red Bull TV
Escrito por Andre T. Piva
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A espera acabou. Neste sábado (12), algumas das maiores estrelas do downhill vão levantar poeira na abertura da temporada 2021 da Copa do Mundo de Mountain Bike. A competição em Leogang, na Áustria, terá transmissão ao vivo e em português na Red Bull TV.
E se você aprecia velocidade e habilidade sobre duas rodas , além de paisagens maravilhosas, aqui estão três motivos pra acompanhar de perto todas as emoções o melhor do downhill mundial.

Repeteco do Mundial

Depois do cancelamento daquela que seria a primeira etapa de downhill da Copa do Mundo, em Fort William, na Escócia, a abertura da temporada mudou para 12 de junho. A boa notícia é que muitos dos atletas já conhecem a pista onde será disputada a prova: o Bike Park Leogang, nos alpes austríacos, foi sede do Mundial de Mountain Bike do ano passado. Será a volta do escocês Reece Wilson e da suíça Camille Balanche ao local onde conquistaram seus maiores títulos.
Reece Wilson é o atual campeão mundial de downhill
Reece Wilson é o atual campeão mundial de downhill

A fórmula da velocidade

À primeira vista, quem assiste a uma prova de downhill pode achar que os atletas perderam o juízo por arriscarem as vidas ao descer uma montanha enfrentando o cronômetro. Mas se acompanharmos friamente o que este seleto grupo de pilotos de elite precisa fazer até acelerar na descida final, veremos que todo i processo faz parte da fórmula da velocidade.
Uma competição de downhill na Copa do Mundo é dividida em algumas fases. Primeiro, é feito o reconhecimento da pista a pé. Neste estágio, os pilotos analisam cada passagem e obstáculos. No dia seguinte, acontecem os treinos livres, garantindo, assim, a segurança dos atletas na pista. Os pilotos ainda fazem treinos cronometrados até a semifinal, com uma descida de tomada de tempo individual com caráter classificatório.
Na final, somente os 60 melhores classificados no masculino e as 15 melhores classificadas no feminino avançam na disputa, com largada na ordem inversa, ou seja, os mais lentos largam primeiro até o piloto mais rápido no treino classificatório o último a descer a montanha.

Velozes e furiosas

O downhill feminino está cada dia mais competitivo, com uma geração promissora de novas atletas surgindo e figuras lendárias na modalidade que seguem competindo no mais alto nível.
Vali Holl chega com moral para a temporada 2021
Vali Holl chega com moral para a temporada 2021
Assim como em todos os esportes, o downhill feminino tem o seu grupo de favoritas às principais disputas. Mas, a cada temporada, fica cada vez mais difícil apontar uma atleta capaz de varrer todos os troféus. A hexacampeã mundial e recordista de vitórias (39) em etapas da Copa do Mundo Rachel Atherton, por exemplo, está curtindo a sua primeira gravidez, o que automaticamente abre brecha para a concorrência sonhar com o topo do pódio.
Neste cenário de imprevisibilidade, uma atleta que promete bom resultado em sua estreia na elite mundial é a austríaca Vali Holl, de apenas 19 anos, que, em casa, tentará superar o trauma do Mundial de 2020, quando levou um tombo no último treino antes da bateria final. Além dela, as britânicas Manon Carpenter e Tahnne Seagrave, a francesa Myriam Nicolle e, claro, a atual campeã mundial, a suíça Camille Balanche, pintam com chances reais de vitória.
+ Entre nos bastidores da Copa do Mundo de Mountain Bike na série Fast Life. Abaixo, episódio estrelado pelo francês Loic Bruni.
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