Gaming
Toda vez que a Nintendolança um novo jogo da série Zelda torna-se uma ocasião especial. Desde o A Link to the Past, passando pelo Ocarina of Time e indo até o Wind Waker, cada Zelda novo é recebido com muito entusiasmo e níveis absurdos de hype. Dessa vez, porém, a Nintendo parece ter atingido um novo patamar. The Legend of Zelda: Breath of the Wild é um jogo tão bem construído que até pode ser o melhor jogo da série até hoje - sim, melhor até do que o Ocarina.
Aqui temos cinco motivos para você jogar:
1. O mundo do jogo é enorme e parece vivo
A maior parte dos jogos de mundo aberto pode ser dividida em dois tipos: aqueles massivos com vários nada para fazer e os pequeninos com um monte de conteúdo neles. Breath of the Wild é um dos casos raros que consegue unir um mapa vasto com diversas coisas para fazer e observar em cada cantinho. Desde as numerosas vilas e fazendas até as montanhas e florestas densas, essa versão de Hyrule é imensa, variada e sempre interessante de se explorar.
2. É realmente selvagem
O nome do jogo é Breath of the Wild (o sopro da selva, em tradução livre) por uma razão, sabe - em qualquer lugar que você vá, encontrará animais grandes e pequenos. Suba uma colina e você pode se deparar com algumas ovelhas pastando ou uma raposa passeando. Levante uma pedra e você pode descobrir um lagarto, que vai embora rapidinho a menos que você consiga pegá-lo. Vá até um lago e você poderá encontrar alguns pássaros, que voam quando você se aproxima.
Em alguns momentos você consegue interagir mais diretamente com a natureza. Chegue perto de um cavalo e você pode subir nele, acalmá-lo e cavalgar pelas redondezas. Isso é algo lindo, e, apesar de Link ter sua companheira Epona em outros jogos, há algo de especial na ideia de encontrar um cavalo selvagem e conquistar sua confiança. A natureza nem sempre é tão gentil, veja bem. Em suas viagens, você também pode encontrar um acampamento Bokoblin, mas há a possibilidade de aproximar-se furtivamente dessas criaturas hostis e chutar bundas antes que elas tenham a chance de chutar a sua. Aonde quer que vá, o sentimento de que o mundo ao seu redor está vivo é constante, ao contrário de outros jogos em que você consegue discernir claramente onde acontecerá um evento - ou não.
3. É perfeito como portátil
Você não associaria um jogo com um mundo aberto tão grande quanto o de Breath of the Wild com consoles portáteis. Seus ambientes são tão imensos que a ideia de passar 20 minutos explorando-o no ônibus não parece muito prática. Mas, na verdade, isso funciona brilhantemente. Já que o game permite que você salve de qualquer lugar em que esteja (ao invés de limitar isso ao último checkpoint), qualquer progresso, por menor que seja, faz a diferença.
O modo de descanso incrível do Switch permite que você retome a jogatina de forma praticamente instantânea. Do momento em que você aperta o botão para ligar o console, não demora mais do que 5 segundos para que você retome o controle de Link exatamente de onde havia parado. Os templos são os melhores lugares para encaixar uma sessão curta de jogatina - existem mais ou menos 100 desses espalhados pelo mundo e eles funcionam como pequenas dungeons. Cada templo tem um ou dois puzzles e podem ser terminados rapidamente. São perfeitos para sua viagem matinal até o trabalho - desvendar um novo templo antes de chegar ao trabalho pode ser sua nova rotina.
4. É cheio de links com o passado
Não queremos estragar nenhuma surpresa aqui porque você realmente deveria descobrir tudo por conta própria, mas Breath of the Wild faz um bom trabalho na hora de recompensar os fãs por sua lealdade com muitas referências aos jogos anteriores. Alguns personagens mudam de rumo completamente. Você pode encontrar roupas de aventuras passadas e a música - um dos elementos mais importantes de um jogo da série Zelda - vai ocasionalmente lembrar algum dos temas antigos. E, como você bem se lembra, não é uma boa ideia atacar um Cucco.
Essas referências não são tão óbvias a ponto de alguém que esteja jogando a série pela primeira vez sinta que, de fato, são referências a algum jogo do passado. Se essa é sua primeira aventura com Link, você vai curtir conhecer esses personagens e outros elementos, mesmo se não tiver a menor ideia de que fazem alusão a outros jogos. Para os fãs, porém, algumas dessas memórias vão fazê-los sorrir de verdade.
5. É um jogo denso
Só pelo tamanho do mapa do jogo já é possível deduzir que serão necessárias muitas centenas de horas jogando para que você consiga finalmente ver tudo o que Breath of the Wild tem para oferecer. Porém, não é apenas o tamanho da aventura que é importante - a variedade de missões, tarefas e coisas para fazer durante o jogo também é impressionante. Em um minuto, você está combinando ingredientes num caldeirão e experimentando para tentar encontrar uma nova receita. Então, no minuto seguinte, você estará tentando juntar rupees para comprar uma casa para que a companhia de demolição não a derrube.
E depois, você enfrentará um mini boss que brota na sua frente enquanto você andava por aí. O fato de que o jogo não é apenas “vá até tal lugar, faça tal coisa, e então faça isso” desde o começo até o fim garante que Breath of the Wild manterá você ocupado com diversas coisas para ver e fazer. E quando você finalmente terminar o jogo, você vai olhar para trás e ver tudo o que você fez e talvez você decida que, sim, talvez ele seja melhor que o Ocarina of Time mesmo.
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