Segundo pesquisas, apenas 10% da população mundial é canhota. Então, se você pertence a essa minoria, hoje, 13 de agosto, é o seu dia.
Em homenagem ao Dia Internacional do Canhoto, separamos 11 craques que fizeram história usando a perna esquerda. Ah, aqui vale o registro de que Pelé era canhoto sim, mas só para escrever.
Diego Armando Maradona (Argentina)
O pedestal dos canhotos no futebol pertence a Maradona. Capaz de driblar quase um time todo, "El Pibe" cravou seu nome na história ao levar a Argentina ao bi mundial em 1986 e ao colocar o então modesto Napoli entre as principais equipes da Europa no final da década de 80.
Rivellino (Brasil)
Inventor do elástico no futebol, Rivellino é venerado até por Maradona. Em 1970, fez com Pelé, Tostão e Jairzinho um dos quartetos mais encantodores de todos os Mundiais. Riva, como é chamado, também era conhecido pela potência de seu chute.
Lionel Messi (Argentina)
Os argentinos passaram anos procurando o "Novo Maradona". Encontraram em Messi o seu mais legítimo sucessor. Os dois craques não se parecem em quase nada, mas a categoria com a perna esquerda é digna de comparações.
Rivaldo (Brasil)
Bom de cabeça, na bola parada, ótimo driblador, armador competente e um finalizador nato. Rivaldo era tudo isso. O melhor do mundo em 1999 foi um dos grandes canhotos que o futebol já viu.
Arjen Robben (Holanda)
Com Robben em campo, pode ter certeza de uma coisa: que ele vai cortar para o meio e "chapar" de esquerda, buscando o ângulo contrário do goleiro. E geralmente ele acerta.
Roberto Carlos (Brasil)
Nenhum outro lateral esquerdo foi tão bom quanto Roberto Carlos no final dos anos 90 e início dos anos 2000. O repertório de jogadas do ex-camisa 6 era imenso. Entre as suas "armas" prediletas estavam os chutes rasantes.
Ryan Giggs (País de Gales)
Jogar por 24 anos em um clube como o Manchester United não é pra qualquer um. Giggs conseguiu esssa façanha. Extremamente habilidoso, marcou época pela faixa esquerda dos "Red Devils".
Marcelo (Brasil)
Assim que Roberto Carlos deixou o Real Madrid, o clube não teve dúvida em escolher o seu substituto. Marcelo veste branco há 12 anos e se acostumou a erguer troféus. Lateral esquerdo de origem, tem a classe e a destreza de um ótimo meia-armador. Foi fundamental nos últimos três títulos de Liga dos Campeões da equipe merengue.
David Silva (Espanha)
Silva é daqueles que jamais apelou ao marketing para ganhar holofotes. Seu negócio sempre foi dentro de campo, com a bola rolando. Menos badalado que Iniesta, Xavi e Villa, colaborou e muito para a ascensão da seleção espanhola, ganhadora de duas Euros e de um Mundial entre 2008 e 2012.
Gareth Bale (País de Gales)
A aposentadoria do compatriota Giggs coincidiu com a evolução de Bale. Depois de se destacar pelo Tottenham, o jogador foi vendido ao Real Madrid por um valor até então inédito no futebol. Aberto pela direita, formou com Cristiano Ronaldo e Benzema um dos maiores ataques de todos os tempos do Real Madrid.
Antonio Cabrini (Itália)
Cabrini foi muito além do que sua posição pedia. Em um tempo em que os laterais se preocupavam basicamente em resguardar a defesa, Cabrini deu um passo adiante. Quase sempre ia ao ataque para participar da armação ofensiva. Na Copa de 1982, em que foi campeão, anulou Maradona e foi preciso na vitória antológica contra o Brasil.