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Skate

12 fatos incríveis sobre a história do skate feminino

Da primeira capa de revista até uma jovem recordista
Escrito por Grazi Oliveira
Publicado em
Parte desta história

Leticia Bufoni

BrasilBrasil

Yndiara Asp

BrasilBrasil

Until 18

2 Temporadas · 15 episódios
As mulheres sempre fizeram parte da história do skate. E mesmo com muitas dificuldades de espaço, reconhecimento e valorização de gênero, nada impediu a evolução da categoria. Se hoje existem grandes atletas, que tal mergulhar na história conhecendo nomes e acontecimentos que protagonizaram a cena feminina?
1. Viver do skate na década de 60? Patti McGee foi a primeira mulher que levou o profissionalismo para o currículo, com apenas 19 anos, vencendo o primeiro campeonato feminino de skate da história.
Patti McGee na capa da Life
Patti McGee na capa da Life
2. Representatividade é o sinônimo da californiana Peggy Oki. Pioneira na cena feminina, foi a única mulher a fazer parte da lendária equipe dos Z-Boys, um dos grupos mais influentes da história do skate vertical nos anos 70.
Z-Boys em Santa Monica
Z-Boys em Santa Monica
3. A lendária Leni Cobra revolucionou a cena feminina ao apresentar manobras de ollie, flip, fakies e rockslide durante as disputas. Não é à toa que conquistou o primeiro título brasileiro de street style, em 1987, na pista de Guaratinguetá, São Paulo.
4. O sonho de todo skatista é ter um PRO model. Entre as mulheres, isso ocorreu somente nos anos 90, com o tênis assinado por Cara-Beth Burnside pela Vans. Além da conquista, a californiana deixou legado para as gerações seguintes.
5. Dá para contar nos dedos o número de revistas com garotas manobrando na capa. Uma delas foi estrelada pela Cara-Beth Burnside, primeira a aparecer na icônica "Thrasher" em 1989. Bem antes dela, Patti McGee fez história na capa de edição da "Life" em 1965. É até hoje um símbolo do skate feminino.
Cara-Beth Burnside na capa da Thrasher Magazine de agosto de 1989
Cara-Beth Burnside na capa da Thrasher Magazine de agosto de 1989
6. Foi através de um grupo de brasileiras que nasceu a primeira revista impressa sobre o universo feminino do skate. Liza Araújo, Ana Paula Negrão e Luciana Ellington deram à luz “Check It Out”, zine que se tornou referência internacional nos anos 90.
7. Se hoje em dia é comum ver as meninas em produções audiovisuais independentes ou de grandes marcas, foi graças a duas streeteiras cabreiras. Em 1996, Elissa Steamer ganhou a cena em "Welcome to Hell" da Toy Machine e Jaime Reyes brilhou um ano depois no vídeo "Non Fiction" da Real Skateboards.
8. O Brasil não ficou pra trás. Em 1998, Patrícia Rezende, Giuliana Ricomini, Liza Araújo, Ana Paula Negrão, Catharina Huh e outras lançaram “Dona Maria”, primeiro vídeo nacional de skate feminino.
9. Elissa Steamer abriu portas no jogo Tony Hawk's Pro Skater. Depois dela, vieram Leticia Bufoni, Lizzie Armanto e Aori Nishimura para compor o time de atletas no game.
Lançamento em 2020. Tony Hawk’s Pro Skater 1+2, é uma remasterização dos dois primeiros títulos da série
Elissa Steamer no Tony Hawk’s Pro Skater 1+2
10. Letícia Bufoni revolucionou o skate com seu nível, recordes e personalidade. Além de ser a maior colecionadora de medalhas nos X Games, a paulista foi a primeira mulher a vencer a Super Crown da Street League na edição de 2015, em Chicago.
+ Ouça a história de Leticia Bufoni no podcast O Momento da Decisão.
11. Yndiara Asp foi a protagonista da maior revolução sobre premiação em campeonatos de skate. Ao subir no pódio do Oi Park Jam, a catarinense recebeu um cheque de R$ 5 mil, enquanto Pedro Barros, que venceu a disputa masculina, exibiu um de R$ 17 mil. A disparidade gerou discussões que fizeram marcas e eventos igualarem os valores de premiações.
+ Conheça a trajetória da Yndiara Asp em episódio da série Until 18.
Skate · 6 min
Yndiara Asp
12. Sky Brown entrou na lista dos piores acidentes no skate, com apenas 11 anos. A prodígio treinava na pista do lendário Tony Hawk, quando sofreu uma queda com mais de 4 metros. O susto foi grande, mas a pequena guerreira teve alta poucos dias depois. O fato gerou o debate sobre a segurança na modalidade, onde cair faz parte, mas todo o cuidado é pouco.
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Leticia Bufoni

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